Mutango

Thursday, September 24, 2009

Um anonimo no angonoticias apresenta estas citaçoes biblicas acerca do Namoro: analizemos!

Acerca do namoro ..segundo as escrituras .
Com que tipo de pessoa deveríamos namorar? A Bíblia diz em 2 Timóteo 2:22 “Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” Não é sábio namorar com alguém que não ame a Deus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 6:14-15 “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? Ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? ou que parte tem o crente com o incrédulo?” Amós 3:3 “Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? Não namore com alguém que diz ser cristão mas não vive como um cristão. A Bíblia diz em 1 Coríntios 5:11 “Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. Evite namorar com pessoas coléricas. A Bíblia diz em Provérbios 22:24 “Não faças amizade com o iracundo; nem andes com o homem colérico.” Não namore com um cristão preguiçoso. A Bíblia diz em 2 Tessalonicenses 3:6 “Mandamo-vos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição de trabalho que de nós recebestes.” O que mais conta é a beleza interior. A Bíblia diz em 1 Pedro 3:4 “Mas seja o do íntimo do coração, no incorruptível traje de um espírito manso e tranqüilo, que és, para que permaneçam as coisas.” Namore com alguém que tenha uma boa atitude. A Bíblia diz em Romanos 15:5-6 “Ora, o Deus de constância e de consolação vos dê o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus. Para que unânimes, e a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Namore com alguém que lhe anima e lhe apoia. A Bíblia diz em Filipenses 2:1-2 “Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa. Quando estejam a namorar não pensem só um no outro - prestem atenção a outros também. A Bíblia diz em Filipenses 2:4 “Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” Deixe que o relacionamento se densenvolva passo a passo. A Bíblia diz em 2 Pedro 1:6-7 “E à ciência o domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à piedade a fraternidade, e à fraternidade o amor.” O que deve evitar quando sair a namorar. A Bíblia diz em Romanos 13:13 “Andemos honestamente, como de dia: não em glutonarias e bebedeiras, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e inveja.” O namoro não deveria incluir relãçôes sexuais. A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:13, 18 “Mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Mantenha-se puro ou pura. A Bíblia diz em 1 João 3:3 E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro. Para que se danhe emocionalmente, os desejos e as atividades sexuais devem ser mantidas sob o controle de Cristo. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:3-5 “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus. Se já foi demasiado longe físicamente, que deveria fazer? Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.” Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. Terceiro, acreditar que Deus lhe perdoou deveras e parar de se sentir culpado. A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão. Deus tem um(a) companheiro(a) para si. A Bíblia diz em Gênesis 2:18 “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” Pede a Deus um(a) companheiro(a). A Bíblia diz em Provérbios 19:14 “Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor.” Deus lhe dará os desejos do seu coração. A Bíblia diz em Salmos 37:4 “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração.” Mateus 6:8 “Porque vosso Pai sabe o que vos é necessário


Saturday, September 19, 2009

XXV Domenica per annum/B


L'invidioso non riesce a sopportare che tu faccia il passo più lungo della sua gamba
(Julien De Valckenaere)
Su Wikipedia troviamo una definizione interessante dell’invidia: L'invidia è un sentimento nei confronti di un'altra persona o gruppo di persone che possiedono qualcosa (concretamente o metaforicamente) che l'invidioso non possiede (o che gli manca). 
Dopo la definizione, si trovano queste parole: L'invidia può provocare uno stato di profonda prostrazione: in taluni casi, l'invidioso può assumere comportamenti molto aggressivi e il tentativo di sminuire l'invidiato può raggiungere toni esasperati, arrivando anche al pubblico disprezzo e alla pubblica derisione, come a dire: "io sto male per colpa tua, perché tu metti in luce la mia inferiorità; allora devo assolutamente evidenziare le tue mancanze, i tuoi difetti, facendoti sentire ridicolo: farò in modo che anche tu soffra".
Nella religione cattolica, l'invidia è uno dei sette vizi capitali. L'iconografia tradizionale la presenta nell'immagine di una donna vecchia, misera, zoppa e gobba, intenta a strapparsi dei serpenti dai capelli per gettarli contro gli altri.
Nel Purgatorio, Dante pone gli invidiosi sulla sesta cornice. Qui, i peccatori sono seduti, gli occhi cuciti con del fil di ferro per punirli di aver gioito nel vedere le disgrazie altrui.
IL PROBLEMA
La liturgia di questa Domenica ci consente di fare una riflessione su questo problema, che, in maggiore o minore misura, caratterizza la vita dei cristiani e della Chiesa.
Nella prima lettura abbiamo ascoltato: “Tendiamo insidie al giusto... mettiamolo alla prova con insulti e tormenti...condanniamolo a una morte infame”. Il motivo? É il fatto stesso che egli é giusto: con la sua vita “ci é di imbarazzo”, “é contrario alle nostre azioni”. Potremmo riprendere la definizione di Wikipedia: "io sto male per colpa tua, perché tu metti in luce la mia inferiorità: farò in modo che anche tu soffra".
Nella seconda lettura, tanto per rimanere in tema, abbiamo sentito: “Invidiate e non riuscite a ottenere, combattete e fate guerra!”. L’invidia produce anche qui il desiderio di far soffrire.
Anche nel Vangelo ritorna lo stesso argomento: “Per via avevano discusso tra loro chi fosse il più grande”. Anche loro si erano posti gli uni contro gli altri per lo stesso problema.
Certamente Gesù aveva elargito alcuni privilegi ad alcuni: solo ai Dodici aveva concesso una vicinanza speciale e, tra questi, solo a tre aveva permesso (pochi versetti prima, in questo capitolo 9 di Marco) di salire sul Tabor con lui. Ad alcuni, insomma, per dirla con lo scrittore fiammingo Julien De Valckenaere, aveva fatto fare un “passo più lungo della gamba degli altri”.
Subito nascono i confronti e la rivalità: “Tu sì e io no?”.
Nasce così, nell’episodio del Vangelo in questione, il famoso sentimento nei confronti di una persona che possiede qualcosa che io non possiedo.
Aristotele diceva che “quanti amano l’onore e la gloria sono più portati all’invidia” (Reth 2, 10).
E anche la Scrittura conferma questo: “Non cerchiamo la vanagloria, provocandoci e invidiandoci gli uni gli altri” (Gal 5, 26). Ricerca di vanagloria e invidia vanno a braccetto, dunque.
E pare che questo problema nasca presto nel cuore degli uomini: celebre é l’aneddoto raccontato da S. Agostino nelle Confessioni (1,7), del bimbo che “non parlava ancora, eppure guardava pallido e con occhio torvo un suo compagno di latte”.
STARE MALE PERCHÉ UNO STA BENE
Delle letture odierne é interessante un fatto: in tutte e tre l’invidia é generata da un bene posseduto da un altro.
Nella prima lettura questo bene é la vita santa e giusta dell’altro, nella seconda é la saggezza e l’intelligenza, nel Vangelo la vicinanza a Gesù.
É doloroso constatare come si possa giungere a pianificare la morte (“condanniamolo a una morte infame” si dice nella prima lettura), a vivere con “disordine e ogni sorta di cattive azioni”, a creare “guerre e liti”, a “uccidere”, a “combattere e fare guerra” (sono tutti verbi presenti nella seconda lettura) e a “discutere” (ma il senso letterale é “fare un combattimento verbale”,disputaverant cioè“avevano fatto una disputa” dice la Volgata) ...per delle cosebuone!
Il genere di un peccato viene desunto dall’oggetto – scrive S. Tommaso d’Aquino-. Ora l’invidia, quanto all’oggetto, é contraria alla carità, da cui deriva la vita spirituale dell’anima, secondo le parole di S. Giovanni (1 Gv 3,14): “Noi sappiamo che siamo passati dalla morte alla vita perché amiamo i fratelli”. Infatti l’oggetto dell’una e dell’altra, cioè della carità e dell’invidia, é il bene del prossimo, però in due sensi contrari: poiché la carità gode del bene del prossimo, mentre l’invidia se ne addolora (Summa Th., Questione 36, Art. 3).
LE SOLUZIONI
A questo punto, dopo aver descritto il problema, ci possiamo chiedere: cosa possiamo fare? Che antidoti possiamo utilizzare per sconfiggere i morsi dei serpenti dell’invidia?
É sempre la Parola di Dio, dopo averci illustrato il problema, ad indicarci anche la via d’uscita. Mi pare che le letture ci suggeriscano oggi tre rimedi efficaci contro l’invidia:
  1. considerarne l’inutilità
  2. esercitarsi a gioire per i doni altrui
  3. sforzarsi di essere piccoli.

1) L’invidia é inutile.
S Bernardo insiste molto su questo punto: l’invidia non serve a nulla. Il primo rimedio é... rendercene conto.
Diceva il fondatore dei Missionari della Consolata: “A che scopo invidiare? Tanto chi ha, ha! Chiediamo al Signore che dia anche a noi, piuttosto, ma invidiare é inutile!” (Beato Giuseppe Allamano, omelia del 25.04.1915). 
L’invidia, come dichiara un vecchio detto (“essere rosi dall’invidia”) fa anche male alla salute.
“La pensano così, ma si sbagliano”. Comincia così la sezione immediatamente successiva al brano che abbiamo ascoltato nella prima lettura. Dio ci dona una prima risposta: il giusto é nelle mani di Dio e “nessun tormento lo toccherà”, egli “é nella pace” e avrà ancora più successo. Gli effetti dell’invidia non solo non lo toccheranno, ma non cambieranno il piano di Dio su di lui: si parla quindi di risplendere, governare le nazioni, avere potere sui popoli, vivere con Dio nell’amore, ricevere grazia e misericordia.
La totale inutilità e inefficacia dei disegni degli invidiosi viene mostrata da Dio nel Capitolo 3 del libro della Sapienza.
É un invito a ciascuno di noi, perché possiamo pensarci e lavorare su questo punto, cercando di correggerci.
Perché perdere tempo e farci del male?
2) Esercitiamoci nella Sapienza e cerchiamo di gioire per i doni degli altri
La seconda lettura, mentre ci descrive gli effetti terribili dell’invidia, ci indica anche la via d’uscita: invocare “la sapienza che viene dall’alto”.
Essa é “senza parzialità”, cioè capace di riconoscere in modo obiettivo le cose.
“Senza frode imparai la sapienza e senza invidia la dono” (Sap 7,13).
É una sapienza “pacifica”, che non crea conflitti, “piena di misericordia” (cioè di quel sentimento che ci fa provare compassione davanti agli altri e non dolore perché stanno bene).
Nella Bibbia ci sono degli esempi splendidi di esercizi contro l’invidia: esercizi che consistono nello sforzo di gioire per i doni altrui.
Mosè, a chi gli riferiva circa la presenza di gente “non autorizzata” che profetava nell’accampamento, risponde rallegrandosi: “Sei tu geloso per me? Fossero tutti profeti nel popolo del Signore e volesse il Signore dare loro il suo Spirito!” (Nm 11, 29-30).
Ecco un primo esercizio di sapienza “senza parzialità”.
Paolo, a chi gli faceva presente che c’era gente, in giro, che pensava di essergli superiore e predicava per invidia e spirito di contesa, risponde “Che importa? Purché in ogni maniera Cristo venga annunziato, io me ne rallegro e continuo a rallegrarmene” (Fil 1, 18-19).
Ecco un secondo esercizio di sapienza “senza parzialità”.
Bisogna farne tanti, per migliorare un po’... Provare per credere.
Ma funziona.
  1. Sforziamoci di essere piccoli

“Se uno vuol essere il primo, sia l’ultimo di tutti e il servo di tutti” dice Gesù nel Vangelo che abbiamo ascoltato.
Poi fa un gesto silenzioso: prende un bambino, lo pone nel mezzo e lo abbraccia.
Scriveva un Maestro spirituale, P. Caignon: “L’invidia é figlia della superbia: soffoca la madre e non ci sarà più la figlia”.
Il Beato Allamano precisa: “Io direi che é la nipote. La superbia produce la vanagloria, e la vanagloria produce l'invidia. Così la superbia sarebbe nonna dell'invidia. Ossia figlia seconda, comunque sia...Se vogliamo avere un vero amore del prossimo bisogna che vinciamo l'invidia, e specialmente abbattere la superbia” (Omelia del 25.04.1915).
L’invito a sforzarci di essere piccoli, a occupare l’ultimo posto, a sconfiggere con esercizi concreti e quotidiani la superbia é il terzo esercizio per vincere l’invidia.
“In verità vi dico: se non vi convertirete e non diventerete come i bambini, non entrerete nel regno dei cieli” (Mt 18, 3).

UNA PREGHIERA
Mi pare che risuonino profetiche, al termine di questa riflessione, le parole del Card. Martini a un gruppo di sacerdoti, durante gli esercizi spirituali predicati nel Giugno dell’anno scorso: Il vizio clericale per eccellenza? L'invidia. Ci fa dire "Perché un altro ha avuto quel che spettava a me?". Ci sono persone logorate dall'invidia che dicono "Che cosa ho fatto di male perché il tale fosse nominato vescovo e io no?". E ancora: Devo dirlo perché sarà l'ultimo ritiro, fa parte delle scelte che fa una persona anziana e in dirittura d'arrivo, ci sono cose che devo dire alla Chiesa (La Repubblica, 5 Giugno 2008).
Preghiamo perché la nostra vita e la vita della Chiesa siano purificate da questo brutto vizio, che si chiama invidia.
PREGHIERA CONTRO L’INVIDIA
Signore, troppo spesso
sono preoccupato a giudicare gli altri,
dimenticando di ringraziarti
per i doni che mi hai fatto.
Perdonami di voler somigliare agli altri,
dimenticando di essere me stesso,

di invidiare le loro qualità,
dimenticando di sviluppare le mie.
Perdonami di essere troppo preoccupato
dall'impressione che faccio,
dall'effetto che produco,
di quello che si pensa e si dice di me.
Donami la capacità
di riconoscere e apprezzare le mie qualità
e di accettare, allo stesso tempo, i miei limiti.
Donami il coraggio di offrirmi agli altri e a Te
per quello che sono
e non per quello che gli altri
vogliono che io sia.
Donami, infine, la capacità di accettare gli altri
senza soffrire per le loro qualità,
ma al contrario,
donando a loro tutto me stesso,
arricchendoli col mio amore.
AMEN.

Friday, September 04, 2009

Col 1,15-20 Tutte le cose sono state create per mezzo di lui e in vista di lui.

La gloria di Cristo si è rivelata pienamente nel suo mistero pasquale, mediante la sua passione e risurrezione. Nella sua passione infatti Gesù si è manifestato Figlio di Dio perché ha adempiuto con perfetto amore filiale tutto il disegno salvifico del Padre; ha glorificato il Padre ed è stato glorificato dal Padre come aveva chiesto nella sua preghiera sacerdotale (Gv 17, 1). La gloria divina è la gloria di amare; Gesù, avendo amato i suoi che erano nel mondo, li amò sino alla fine, cioè sino all'estrema possibilità, infatti non c'è amore più grande di quello che consiste nel dare la propria vita per le persone amate (cfr. Gv 15, 13).
Questa gloria divina si è poi manifestata con la risurrezione di Cristo, vittoria completa del Figlio prediletto sulla morte e sul male.
Così gli Apostoli ricevettero la pienezza della rivelazione. Non furono però subito capaci di esprimerne tutte le ricchezze. Quando un'esperienza di vita è completamente nuova, inedita, non è possibile esprimerla subito in modo soddisfacente; mancano le parole, solo a poco a poco si riesce ad adattare il linguaggio alla realtà vissuta.
Per quanto concerne la gloria filiale di Cristo, il Nuovo Testamento ci mostra questo genere di progresso e gli sforzi fatti per esprimerla sempre meglio. All'inizio la catechesi apostolica disponeva soltanto di alcune formule brevi: "Gesù è Signore", "Gesù è il Cristo, il Figlio del Dio vivente"... Poi il contenuto densissimo di queste formule venne esplicitato, ad esempio nell'esordio della lettera agli Ebrei, oppure nel prologo del quarto Vangelo, o ancora nel passo splendido della lettera ai Colossesi che leggiamo nella liturgia di oggi. San Paolo vi esprime la gloria divina di Cristo sotto un duplice aspetto. Afferma prima la sua preesistenza e la sua superiorità su tutta la creazione, comprese le creature la cui grandezza affascinava allora le menti, cioè gli esseri celesti, chiamati con nomi impressionanti: Troni, Dominazioni, Principati e Potestà. Poi, nella seconda parte, proclama il primato di Cristo nell'ordine della redenzione e della riconciliazione: Cristo, il primo risuscitato, Cristo capo del corpo, cioè della Chiesa. Le espressioni sono molto forti, nella prima come nella seconda parte: "Tutte le cose sono state create per mezzo di lui e in vista di lui". Cristo sta all'inizio e sta alla fine di tutto. "Egli è prima di tutte le cose e tutte sussistono in lui", non hanno consistenza al di fuori di lui. E qui Paolo precisa che anche i Troni, le Dominazioni, i Principati, le Potestà sono stati creati per mezzo di lui, quindi gli sono sottomessi. il fascino che esercitava il pensiero di questi esseri non doveva indurre i cristiani a errori: Cristo è il solo Signore.
Nella seconda parte Paolo afferma proprio che per mezzo della sua passione Cristo ha ottenuto in maniera diversa e ancora più profonda il primato su tutte le cose: "Perché piacque a Dio di far abitare in lui ogni pienezza e per mezzo di lui riconciliare a sé tutte le cose". U sangue della croce di Gesù è stato il mezzo che ha messo la pace dappertutto, e che deve mettere la pace dappertutto. Non ci devono più essere contrasti, divisioni, opposizioni, perché Gesù, con il suo amore espresso con il sangue versato, ha rappacificato tutto, "'e cose che stanno sulla terra e quelle nei cieli".
Questo testo magnifico ci aiuta a contemplare con esultanza la gloria di Cristo Signore nostro, capo nostro e anche fratello nostro; ci aiuta a lodare Dio per la gloria del suo Figlio; ci aiuta a confermare la nostra fede e la nostra speranza.
Meditiamolo dunque con grande gioia nel cuore.