Mutango
Monday, June 29, 2009
Evangelho
Embora há muitos Cristãos hoje, vemos que muitos deles só vão à igreja aos Domingos, e isto não aclara o padrão e a Palavra de salvação não é achada em os seus corações. Mas Jesus disse, "Bem seguramente, digo a você, a menos que uma pessoa nasça da água e do Espírito, ele não pode entrar o reino de Deus" (João 3:5).
O que é nascer novamente aqui? Nascer novamente não é só desistir de uma vida pecaminosa e começar uma nova vida depois que acreditar em Jesus, como a maioria das pessoas pensam. Embora isto seria bom, isto em si não faz nascer novamente, nem terá como salvar. Quando a Bíblia conta-nos que nós devemos nascer novamente da água e do Espírito, significa que os "pecadores devem arrepender-se, devem acreditar no batismo de Jesus e no sangue da Cruz, e assim receber a remissão dos pecados nos seus corações e torna-se justo " Em outras palavras, significa nascer de cima. Isto não é uma mudança que vem do ser humano, mas é uma transformação que vem de Deus.
Em 1João 5:6-7, a Bíblia diz, "Ele é quem adquiriu água e sangue - Jesus Cristo; não só por água, mas por água e sangue. E é o Espírito é o que testemunha, porque o Espírito é a verdade. Há três testemunhas no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um "veio a esta terra por água e por sangue. Jesus nasceu encarnado no corpo da Virgem Maria na carne de homem, e quando completou 30, foi batizado por João Batista no Rio Jordão. O trabalho de salvação que nos faz nascer novamente da água e do Espírito começou com o nascimento de Jesus, e pelo modo como lavou os pecados do mundo por receber Seu batismo de João Batista, o representante da humanidade, no Rio Jordão.
Sabemos muito bem que Jesus foi condenado em nosso lugar por derramar Seu sangue na Cruz. Mas por quê Jesus, o próprio Deus em pecados, teve que suportar esta condenação na Cruz? Há causas e efeitos em todas coisas. Que Jesus morreu na Cruz para nossos pecados muito proximamente está relacionado ao acontecimento de Seu batismo, quando foi batizado por João Batista no Rio Jordão, era uma forma de nos colocar em suas mãos. O Apóstolo Pedro disse em 1 Pedro 3:21 que aquele batismo é um modelo que nos salva. Isso significa que Jesus veio pelo batismo e pela cruz.
No batismo de Jesus está escondido o mistério da remissão dos pecados, o mistério do nascer da água e do Espírito. Se, apesar disso, nós quisermos ignorar este batismo de Jesus e não acreditar nele, então nós nos estaremos traindo e nos afastando de Deus e abandonando a própria salvação. Os livros Cristãos grátis da Missão Nova Vida proporcionam uma explicação clara do padrão de salvação por estarem em fundações bíblicas, sólidas e completas, e eles endereçam os conceitos básicos de salvação como uma pessoa pode nascer novamente da água e do Espírito. Para mais detalhes, nós encorajamos nossos visitantes a ler os livros Cristãos grátis que nós proporcionamos em formato imprimido ou eletrônico.
Dízimo
Séculos depois, ele se tornou um misto de colaboração e obrigação, seja por má compreensão da palavra de Deus pelos fiéis, seja por um desvio no discurso dos sacerdotes.
Padres e pastores têm que estudar muito
Como pastor presbiteriano, Joel teve que passar por um seminário específico, mas nos moldes dos que os os padres católicos frequentam. Segundo as últimas estatísticas da Igreja Presbiteriana do Brasil, em 2003, havia 3.162 pastores para 2.304 igrejas, um cenário tão difícil quanto o mercado de trabalho no Brasil. O "processo de seleção" é mais difícil do que em muita multinacional com seus programas de trainee. Se algum membro da igreja presbiteriana tem a intenção de ser pastor, ele deve comunicar a intenção ao Conselho (grupo de pastores e presbíteros que administram uma igreja) e, durante três anos, é acompanhado, observado e avaliado por esse grupo. Caso seja aprovado, é encaminhado ao Presbitério (reunião de pastores de uma região e seu respectivo presbítero) para nova avaliação.
Na Igreja Presbiteriana também há diáconos e presbíteros. Porém, não há uma correlação entre um e outro. A função do diácono é a mesma tanto na Igreja Presbiteriana, como na Igreja Renascer: auxiliar nos serviços feitos dentro da igreja, como infraestrutura e logística. O diácono ajuda a preparar a ceia, recebe os visitantes, indica lugares vazios e dá informações aos fiéis. A diferença é de que na Renascer, para o membro chegar a ser pastor, ele deve primeiro passar pela diaconia e ter sido presbítero, nessa ordem. As duas igrejas são cristãs protestantes, mas com doutrinas diferentes. Esse é o detalhe que diferencia a maioria das igrejas protestantes entre si, como a Batista, Metodista, Quadrangular, Assembléia, Renascer, Universal e por aí vai. Não chegam a ser religiões diferentes, mas denominações diferenciadas, cada uma com sua doutrina, com relação ao batismo, ceia, casamentos e questões espirituais.
A Igreja Presbiteriana do Brasil não aceita o nome 'apóstolo' como denominação porque, para eles, o apóstolo é quem andou com Jesus e viu a ressurreição de Cristo. Apenas o apóstolo Paulo (ou São Paulo, para os católicos) que foi instituído com esse nome. A Bíblia conta que Paulo foi abordado por Jesus, que já havia ressuscitado, e o chamou para ser seu discípulo. Por isso, ele foi considerado um dos apóstolos, pois foi instruído pelo próprio Jesus. Mas a Renascer não vê problema em nomear alguém como apóstolo, baseando-se também na Bíblia, em que Barnabé, outro cristão, teria sido enviado para pregar aos que não conheciam a Cristo.
S. PEDRO e S. PAULO, Apóstolos
(Sermão 295, 1-2.4.7-8: PL 38, 1348-1352) (Sec. V)
Estes mártires deram testemunho do que viram
O dia de hoje é para nós dia sagrado, porque nele celebramos o martírio dos apóstolos São Pedro e São Paulo. Não falamos de mártires desconhecidos. A sua voz ressoou por toda a terra e a sua palavra até aos confins do mundo. Estes mártires deram testemunho do que tinham visto: seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade.
São Pedro é o primeiro dos Apóstolos, ardentemente apaixonado por Cristo, aquele que mereceu ouvir estas palavras: E Eu te digo que tu és Pedro. Antes dissera ele: Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo. E Cristo respondeu-lhe: E Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. Sobre esta pedra edificarei Eu a mesma fé de que tu dás testemunho. Sobre a mesma afirmação que tu fizeste: Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo, edificarei Eu a minha Igreja. Porque tu és Pedro. «Pedro» vem de «pedra»; não é «pedra» que vem de «Pedro». «Pedro» vem de «pedra», como «cristão» vem de «Cristo».
O Senhor Jesus, antes da sua paixão, escolheu, como sabeis, os discípulos a quem chamou Apóstolos. Entre estes, só Pedro mereceu representar em toda a parte a personalidade da Igreja inteira. Porque sozinho representava a Igreja inteira, mereceu ouvir estas palavras: Dar-te-ei as chaves do reino dos Céus. Na verdade, quem recebeu estas chaves não foi um único homem, mas a Igreja única. Assim se manifesta a superioridade de Pedro, porque ele representava a universalidade e unidade da Igreja, quando lhe foi dito: Dar-te-ei. Era-lhe atribuído nominalmente o que a todos foi dado. Com efeito, para que saibais que a Igreja recebeu as chaves do reino dos Céus, ouvi o que o Senhor diz noutro lugar a todos os seus Apóstolos: Recebei o Espírito Santo. E logo a seguir: Àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos.
No mesmo sentido, também depois da ressurreição, o Senhor confiou a Pedro o cuidado de apascentar as suas ovelhas. Na verdade, não foi só ele, entre os discípulos, que recebeu a missão de apascentar as ovelhas do Senhor. Mas, referindo-se Cristo a um só, quis insistir na unidade da Igreja. E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque entre os Apóstolos, Pedro é o primeiro.
Não estejas triste, ó Apóstolo. Responde uma vez, responde outra vez, responde pela terceira vez. Vença por três vezes a tua profissão de amor, já que três vezes o temor venceu a tua presunção. Tens de soltar por três vezes o que por três vezes ligaste. Solta por amor o que ligaste pelo temor. E assim, uma vez e outra vez e pela terceira vez, o Senhor confiou a Pedro as suas ovelhas.
Num só dia celebramos o martírio dos dois Apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só; embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; seguiu-o Paulo. Celebramos a festa deste dia para nós consagrado com o sangue dos dois Apóstolos. Amemos e imitemos a sua fé e a sua vida, os seus trabalhos e sofrimentos, o testemunho que deram e a doutrina que pregaram.
Papa encerra Ano Paulino e revela ter encontrado restos de São Paulo
Monday, June 15, 2009
O VOSSO AMOR DEVE OPOR-SE AO ÓDIO Mt 5,38-42
Il mare in fasce
Vangelo: Mc 4,35-41
La breve lettura si trova all'inizio del primo discorso col quale Dio risponde alla contestazione di Giobbe riguardo al problema della sofferenza umana (38,1-40,5). Introdotto dal v. 1 (il Signore parla dall'uragano, come nelle grandi teofanie), Dio risponde facendo a sua volta domande. Il nostro brano è parte di una serie di quattro domande: la prima (vv. 4-7) riguarda la creazione della terra, la seconda (8-11, la nostra pericope) del mare, la terza (12-15) lo spuntare del giorno, la quarta (16-21) l'abisso tenebroso e la morte.
Il discorso di Dio mira nel complesso a mostrare che Giobbe - l'uomo - non ha titolo per valutare nell'insieme l'opera di Dio ed emettere un verdetto sul progetto complessivo che ci sta dietro: "Chi è mai costui che oscura il mio progetto con parole da ignorante?" (v. 2).
I quattro elementi su cui vertono le domande sembrano disposti a coppie antitetiche: terra e mare, luce e tenebra. L'uomo non ha la capacità di penetrare efficacemente la realtà né nel suo aspetto luminoso, solare, positivo, né nel suo lato scuro e negativo.
Il mare evoca per eccellenza una forza incontenibile, straripante, estranea, ingestibile, sempre sul punto di inghiottire il mondo umano e la vita. Dio però lo ha chiuso in limiti precisi e invalicabili e anzi - immagine singolare - il mare è presentato di fronte a lui come un neonato, che Dio avvolge in fasce, in questo caso molto particolari: nube e oscurità. Dio domina completamente il mare e la sua forza. Chi può dire altrettanto? "Dominare" significa afferrare e tenere in pugno, sia nel senso di comprendere che di gestire. L'uomo non ha di per sé questa capacità, e quando lo dimentica "oscura" il progetto di Dio, non in se stesso ma nella propria vita e nella propria coscienza.
Tutto ciò Dio lo ricorda a Giobbe non per opprimerlo col senso di inferiorità e imporre la propria supremazia, ma per chiedergli fiducia. L'esatta presa d'atto dei propri limiti serve per edificare il rapporto Dio-uomo su basi autentiche, veritiere. Il progetto di Dio non si limita comunque a questa pur necessaria e indispensabile umiltà, non finisce qui. Un giorno il Dio che "parla dall'uragano" si farà infante, e poi uomo che comanda al mare. Conoscienza e potenza sono sì legate, ma non come vorrebbe l'umana illusione di onnipotenza: conoscendo l'umiltà di Dio, partecipiamo al suo potere. Solo allora "sapere è potere": nell'umiltà fiduciosa il mare anche per noi diviene un neonato in fasce.
Friday, June 12, 2009
« Dio creò l'uomo a sua immagine, maschio e femmina li creò » (Gen 1,27)
Meditazione del giorno
Paolo VI, papa dal 1963 al 1978
Humanae vitae, 8-9
« Dio creò l'uomo a sua immagine, maschio e femmina li creò » (Gen 1,27)
L'amore coniugale rivela massimamente la sua vera natura e nobiltà quando è
considerato nella sua sorgente suprema, Dio, che è Amore... Il matrimonio
non è quindi effetto del caso o prodotto della evoluzione di inconsce forze
naturali: è stato sapientemente e provvidenzialmente istituito da Dio
creatore per realizzare nell'umanità il suo disegno di amore. Per mezzo
della reciproca donazione personale... gli sposi tendono alla comunione
delle loro persone, con la quale si perfezionano a vicenda, per collaborare
con Dio alla generazione e alla educazione di nuove vite. Per i battezzati,
poi, il matrimonio riveste la dignità di segno sacramentale della grazia,
in quanto rappresenta l'unione di Cristo e della Chiesa (Ef 5,32).In questa luce appaiono chiaramente le note e le esigenze caratteristiche
dell'amore coniugale... È prima di tutto amore pienamente umano, vale a
dire sensibile e spirituale. Non è quindi semplice trasporto di istinto e
di sentimento, ma anche e principalmente è atto della volontà libera,
destinato non solo a mantenersi, ma anche ad accrescersi mediante le gioie
e i dolori della vita quotidiana; così che gli sposi diventino un cuor solo
e un'anima sola, e raggiungano insieme la loro perfezione umana. È poi amore totale, vale a dire una forma tutta speciale di amicizia
personale, in cui gli sposi generosamente condividono ogni cosa, senza
indebite riserve o calcoli egoistici. Chi ama davvero il proprio consorte,
non lo ama soltanto per quanto riceve da lui, ma per se stesso, lieto di
poterlo arricchire del dono di sé. È ancora amore fedele ed
esclusivo fino alla morte. Così infatti lo concepiscono lo sposo e la sposa
nel giorno in cui assumono liberamente e in piena consapevolezza l'impegno
del vincolo matrimoniale.... È infine amore fecondo, che non si esaurisce
tutto nella comunione dei coniugi, ma è destinato a continuarsi, suscitando
nuove vite.
VDG
Thursday, June 11, 2009
As Bem-Aventuranças Mt. 5, 1-12
O Sermão da Montanha, introduzido pela proclamação das bem-aventuranças, é o programa do Reino dos Céus já presente entre nós. Elas constituem as virtudes de Jesus. São, segundo Santo Agostinho, uma regra perfeita de vida cristã. Nas bem-aventuranças encontramos valores universais, que podem ser entendidos e acolhidos por todos. As bem-aventuranças são o caminho concreto para a transformação deste mundo em um mundo de fraternidade, justiça e paz.
Bem Aventurados os pobres de espírito (…). Os bens, desde que sejam adquiridos com justiça, devem ser possuídos e administrados em justiça. A ganância é contrária à pobreza de espírito. Deixemos que o Espírito nos dê um coração de pobre. Somos mendigos do Espírito.
Bem Aventurados os que choram (…). Vivamos numa experiência da misericórdia divina no nosso coração. Deixemos que Deus enxugue as nossas lágrimas e recebamos a sua consolação. Acreditemos que por maiores que sejam os nossos sofrimentos e dores, a Misericórdia divina superabunda tudo isso.
Bem Aventurados os mansos (…). Conhecemos que a mansidão, a paciência e a humildade são caminhos para a glória eterna. Sejamos mansos, puros e humildes.
Bem Aventurados os que têm fome e sede de justiça (…). A nossa fome e sede do espírito são de amor a Deus, que é justiça e de amor ao próximo. Desenvolvamos essa fome espiritual, que só a fé sacia.
Bem Aventurados os misericordiosos (…). A misericórdia é a força do nosso coração. Como a anunciamos aos irmãos?
Bem Aventurados os puros de coração (…). O nosso coração cresce em sinceridade e retidão para com os outros? Cultivamos um coração simples? Deixemos vivificar em nós, a experiência de que somos templos do Espírito Santo.
Bem Aventurados os pacíficos (…). Os nossos valores éticos constituem uma afirmação evangélica contra as normas de uma sociedade desprovida do Deus de Amor. A Paz esteja convosco: disse-nos Jesus. Assim, ela é um dom de Deus. Somos construtores da paz. Nunca se esqueça que a Paz se opõe as atitudes de guerra, de agressividade, de conflito e de autoritarismo.
Bem Aventurados os que sofrem perseguição (…). As perseguições, mentiras e ataques perseguem os discípulos de Jesus. Como ontem, assim hoje são perseguidos, às vezes até pela própria família. Você é perseguido? A explicação está aí. Por isso, aguente firme. Aceitemos tudo isso, para nos deixarmos morrer interiormente, afim de que Cristo ressuscite em nós. Que a partilha das Bem-Aventuranças contribua para uma vivência de vida cristã e de uma comunidade de amor. Deus te abençoe meu irmão, minha irmã, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém!
A Lei de Moisés
A Lei de Moisés, como nós hoje a concebemos, é descrita nos livros bíblicos de Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Assim, para Jesus, a lei moral é obra da Sabedoria divina. Por isso, Podemos defini-la, em sentido bíblico, como uma instrução paterna, uma pedagogia de Deus. Ela prescreve ao homem os caminhos, as regras de procedimento que o levam à bem-aventurança prometida e lhe proíbe os caminhos do mal, que desviam de Deus e do Seu amor. E ao mesmo tempo, firme nos seus preceitos e amável nas suas promessas. Eis a razão do porque Jesus diz: o céu e a terra passarão; porém, nada será tirado da Lei - nem a menor letra, nem qualquer acento.
A questão da obediência aos mandamentos divinos, ou tudo quanto Deus ordena, não visa à salvação, pois entra no campo da santificação, e não da justificação. Entender o papel da lei como meio de salvação seria um uso “ilegítimo” da mesma (1 Timóteo 1:8).
O fracasso espiritual de Israel, que motivou sua rejeição como propriedade de Deus, não estava na lei, que é “perfeita”, “santa, justa, boa, espiritual, prazerosa” (Salmo 19:7; Romanos 7:12, 14, 22). Mas sim na atitude de autoconfiança do povo quanto às suas possibilidades de obedecê-la plenamente.
Por isso é que Jesus dirigindo-se ao povo diz: Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. Assim, Ele ressaltou os princípios básicos da lei divina como sendo “amor a Deus sobre todas as coisas” e “amor ao próximo como a si mesmo” (Mateus 22:36-40). Paulo o confirma em Romanos 13:8-10 e ambos estes princípios sempre foram reconhecidos pelos cristãos como a síntese da lei divina tanto na linha “horizontal” ou seja, no amor ao próximo, quanto “vertical” o amor para com Deus, de relacionamento.
Com uma pouca margem de erro diria que há preceitos de caráter cerimonial, civil e moral na lei divina independentemente de ocorrer tal linguagem “técnica” nas páginas bíblicas, fato reconhecido por Confissões de Fé e autoridades cristãs de diferentes confissões do passado e do presente. Em toda a Lei está a defesa da vida que a final é um dom de Deus.
No sermão da montanha, bem como no diálogo com o jovem rico, ao Cristo tratar do verdadeiro espírito da lei, Ele lembra que Deus leva em conta não só a mera obediência ao seu texto, mas as reais e íntimas intenções do indivíduo quanto a tal obediência.
Nenhum dos mandamentos da Lei de Deus tem aplicação limitada a Israel. O próprio princípio do sábado foi estendido aos “filhos dos estrangeiros” (Isaías 56:2-8), e todas as pessoas de todas as nacionalidades têm necessidade de um dia regular de repouso, daí porque “o sábado foi feito por causa do homem” (Marcos 2:27).
No novo concerto os princípios básicos da lei divina são escritos por Deus nos corações e mentes dos Seus filhos, judeus ou gentios, nos moldes do que havia sido prometido ao antigo Israel em Ezequiel 36:26, 27 e Jeremias 31:31-33.
Nos debates de Cristo com os escribas e fariseus sobre o sábado, Ele está corrigindo a prática extremada e insensível deles do Decálogo, e não combatendo uma norma estabelecida por Ele próprio como Criador e Legislador. De agora em diante, deve-se viver a novidade do Reino dos Céus, que é a prática e o ensino das bem-aventuranças.
Corpus Domini
Saturday, June 06, 2009
Santíssima Trinitá
Vangelo: Mt 28,16-20
In questa domenica dedicata alla Santissima Trinità, la liturgia, con la proclamazione di questo brano evangelico, ci immette in un discorso fondato sostanzialmente sulla concretezza della missione ecclesiale… ci fa stare con i piedi per terra.
Per cui siamo chiamati a non disquisire teoricamente sulla Trinità, ma più che altro a "rimboccarci le maniche" per farLa conoscere al mondo intero.
L'episodio evangelico descritto con maestria dall'evangelista Matteo ci presenta il Risorto, durante la sua l'ultima apparizione, nell'atto di conferire l'incarico missionario agli Undici Apostoli. Tale incarico è segnato principalmente da quattro verbi che caratterizzano sia l'essere missionario sia l'essere chiesa: andare; fare discepoli; battezzare; insegnare.
Andare… All'inizio di ogni attività missionaria o mandato ecclesiale ci deve essere movimento, dinamismo, voglia di fare, gioia nel voler collaborare con il Signore per la realizzazione del progetto di Dio. Non si può pensare di essere chiesa e stare fermi, inerti, aspettare che gli altri vengano, stare chiusi nel proprio guscio. All'interno della chiesa non c'è posto per la comodità. Ma ciò che caratterizza l'atteggiamento missionario è una "uscita" verso… un andare a trovare la gente… un cercare(rsi) il lavoro…. L'andare presuppone un partire senza riserve e pregiudizi e soprattutto senza paure o timori di qualsiasi genere. Elemento caratterizzante dell'andare è la fiducia incondizionata nella provvidenza di Dio. Nell'attività missionaria o apostolica non bisogna fare calcoli, ma è necessaria tanta preghiera e la consapevolezza che Dio provvederà ad ogni nostra esigenza… perché "Dio è Amore".
Fare discepoli… Questo verbo dice come la comunità si costruisce solo ed esclusivamente attorno all'insegnamento di Gesù. Infatti compito primario della chiesa è trasmettere ciò che Gesù ha detto e ha fatto… la finalità di tutta questa evangelizzazione è consentire agli uomini una maggiore dimestichezza e una più profonda familiarità con ciò che Gesù ci ha lasciato. Inoltre l'insegnamento è orientato alla scoperta della volontà di Dio e all'osservanza della stessa. Si può dire che unitarietà e dedizione sincera all'insegnamento sono garanzia di trasmissione fedele del "Deposito della Fede" che la Chiesa è chiamata gelosamente a custodire. Se l'attività del "fare discepoli" viene assunta come impegno e fine della nostra opera di evangelizzazione, si apre la strada che porta alla salvezza e si spalancano, come per incanto, le porte che introducono alla piena comunione Trinitaria.
Battezzandoli nel Nome… Il testo dice come l'azione della chiesa non è mirata a fare proseliti. Ma scopo fondamentale è l'istruire le persone e metterli nella condizione di fare una scelta sensata e convinta. Non ci può essere battesimo - immersione nell'amore di Dio - senza conoscenza di Dio. Dobbiamo ripensare a come, nella maggior parte dei casi, si arriva ai sacramenti. Provoca sconforto vedere come sono trattati i sacramenti e la delusione aumenta quando alcune volte anche i pastori delle comunità sono compiacenti e avvalorano il criterio della superficialità. Il sacramento, in modo particolare il battesimo, dice che apparteniamo a Qualcuno… siamo battezzati Nel Nome di… Questa dicitura dice come si entra in un legame indissolubile e in una appartenenza reciproca tanto da formare, come membra, un unico corpo… il cui Capo è il Risorto.
Insegnando… Se il fare discepoli è una proposizione dei valori e del contenuto della fede. Il secondo insegnamento è legato alla trasmissione di ciò che l'apostolo, testimone oculare, ha vissuto. In questa fase emerge tutta l'esperienza personale e tutto il valore della sequela e di come si può raggiungere effettivamente e realmente la salvezza. La vita non ha solo bisogno di ideali, ma prima degli ideali ci deve essere il Reale… per i battezzati gli ideali devono essere vissuti e collocati nella realtà del Risorto… in questo modo diventano elementi che aiutano il cammino della vita e non verità assolute a cui la vita tende. Ecco io… Non è il desiderio di chi ha nostalgia di un certo ambiente, ma è la volontà di Gesù di volersi annidare negli intrecci della storia, nel voler irrorare con la forza della sua risurrezione ogni minima e piccolissima parte della vita dell'uomo e del mondo per dare vitalità a una realtà o a un sistema che è curvato su se stesso e non è aperto alla trascendenza… l'azione missionaria della chiesa deve poter realizzare questo desiderio di Gesù… che è desiderio del Padre e dello Spirito.
Commento a cura di don Alessio De Stefano
Tuesday, June 02, 2009
S. MARCELINO e S. PEDRO, mártires
S. MARCELINO e S. PEDRO, mártires
2 Junho| Nota Histórica | |
O seu martírio, sofrido durante a perseguição de Diocleciano, é atestado pelo papa S. Dâmaso, que foi informado pelo próprio verdugo. Foram decapitados num bosque; mas os seus corpos foram trasladados e sepultados no cemitério «Ad lauros» na Via Labicana. Sobre o seu sepulcro foi construída uma basílica depois da paz de Constantino. | |
| Missa | |
ORAÇÃO Senhor, que nos defendeis e amparais com o glorioso testemunho dos vossos mártires São Marcelino e São Pedro, concedei-nos a graça de seguir os seus exemplos e de ser protegidos pela sua intercessão. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. | |
| Liturgia das horas | |
Da «Exortação ao martírio», de Orígenes, presbítero (Nn. 41-42: PG 11, 618-619) (Sec. III) Quem participa dos sofrimentos de Cristo, participará também da sua consolação Se da morte passámos para a vida ao passarmos da infidelidade para a fé, não nos admiremos de que o mundo nos odeie. Com efeito, quem não tiver passado da morte para a vida, mas permanece na morte, não pode amar aqueles que abandonaram a tenebrosa morada da morte, para entrar na morada feita de pedras vivas, onde brilha a luz da vida. Jesus deu a sua vida por nós; portanto também nós devemos dar a vida, não digo por Ele, mas por nós, quero dizer, por aqueles que hão-de ser construídos, edificados, com o nosso martírio. É chegado o tempo, ó cristão, de nos gloriarmos. Está escrito: Não só isso, mas gloriamo-nos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a constância, a constância uma virtude sólida, a virtude sólida a esperança; e a esperança não nos engana. Porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo. Se do mesmo modo que abundam os sofrimentos de Cristo, assim também por Cristo abunda a consolação, recebamos com entusiasmo os sofrimentos de Cristo; e oxalá eles abundem em nós, se desejamos a consolação abundante, reservada a todos os que choram, embora não se possa dizer que seja em medida igual; porque se a consolação fosse em medida igual para todos, não estaria escrito: Do mesmo modo que abundam em nós os sofrimentos de Cristo, assim também abunda a nossa consolação. Os que participam dos sofrimentos participarão também da consolação que Cristo dará em proporção com os sofrimentos suportados por amor d’Ele. É isto o que nos ensina aquele que afirmava cheio de confiança: Assim como participais nos sofrimentos, também participareis na consolação. Diz também Deus por boca do Profeta: No tempo favorável Eu te ouvi e no dia da salvação Eu te ajudei. E que tempo mais favorável do que a hora em que, por causa do nosso amor a Deus em Cristo, somos publicamente levados sob custódia neste mundo, mais porém como triunfadores, do que como vencidos? Na verdade, os mártires de Cristo, a Ele unidos, destroçam os principados e as potestades, com Cristo triunfam sobre eles; e, deste modo, tendo participado nos seus sofrimentos, tomam parte também nos merecimentos que Ele alcançou com a sua heróica fortaleza. Que outro dia de salvação haverá tão verdadeiro como aquele em que deste modo deixais a terra? Suplico-vos que não deis a ninguém ocasião de escândalo, para que não seja desacreditado o nosso ministério; mas comportai-vos em tudo como ministros de Deus, com grande paciência. E dizei: E agora, que posso eu esperar? A minha esperança está no Senhor. | |
São Justino
| Liturgia das horas | |||||||
Das Actas do martírio de São Justino e dos seus companheiros (Cap. 1-5: cf. PG 6, 1566-1571) (Sec. II) Abracei a doutrina verdadeira dos cristãos Aqueles homens santos foram presos e levados ao prefeito de Roma, chamado Rústico. Estando eles diante do tribunal, o prefeito Rústico disse a Justino: «Primeiramente, manifesta a tua fé nos deuses e obedece aos imperadores». Justino respondeu: «Não podemos ser acusados nem presos por obedecer aos mandamentos de Jesus Cristo, nosso Salvador». Rústico perguntou: «Que doutrinas professas?». Justino disse: «Procurei conhecer todas as doutrinas, mas acabei por abraçar a doutrina verdadeira dos cristãos, embora ela não agrade àqueles que vivem no erro». O prefeito Rústico inquiriu: «Que verdade é essa?». Justino explicou: «Adoramos o Deus dos cristãos, a quem consideramos como o único criador, desde o princípio, e artífice de toda a criação, das coisas visíveis e invisíveis; e adoramos o Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, de quem foi anunciado pelos Profetas que viria ao género humano como mensageiro da salvação e mestre da boa doutrina. E eu, porque sou homem e nada mais, considero insignificante tudo o que digo para exprimir a sua divindade infinita, mas reconheço o valor das profecias, que previamente anunciaram Aquele que afirmei ser o Filho de Deus. Sei que eram inspirados por Deus os Profetas que vaticinaram a sua vinda para o meio dos homens». Rústico perguntou: «Portanto, tu és cristão?». Justino confirmou: «Sim, sou cristão». O prefeito disse a Justino: «Ouve, tu que és tido por sábio e julgas conhecer a verdadeira doutrina: se fores flagelado e decapitado estás convencido de que subirás ao Céu?». Justino respondeu: «Espero entrar naquela morada, se tiver de sofrer o que dizes, pois sei que a todos os que viverem santamente lhes está reservada a recompensa de Deus até ao fim dos séculos». O prefeito Rústico perguntou: «Então, tu supões que hás-de subir ao Céu, para receber algum prémio em retribuição?». Justino disse: «Não suponho, sei-o com toda a certeza». O prefeito Rústico retorquiu: «Bem, deixemos isso e vamos à questão de que se trata, à qual não podemos fugir e é urgente. Aproximai-vos e todos juntos sacrificai aos deuses». Justino respondeu-lhe: «Não há ninguém que, sem perder a razão, abandone a piedade para cair na impiedade». O prefeito Rústico continuou: «Se não fizerdes o que vos é mandado, sereis torturados sem compaixão». Justino disse: «Desejamos e esperamos chegar à salvação através dos tormentos que sofremos por amor de Nosso Senhor Jesus Cristo. O sofrimento garante-nos a salvação e dá-nos confiança perante o tribunal de nosso Senhor e Salvador, que é universal e mais terrível que o teu». E os outros mártires disseram o mesmo: «Faz o que quiseres; porque nós somos cristãos e não sacrificamos aos ídolos». O prefeito Rústico pronunciou então a sentença, dizendo: «Os que não quiseram sacrificar aos deuses e obedecer à ordem do imperador, sejam flagelados e conduzidos ao suplício, segundo as leis, para sofrerem a pena capital». Glorificando a Deus, os santos mártires saíram para o lugar do costume; e ali foram decapitados e consumaram o seu martírio, dando testemunho da fé no Salvador. S. JUSTINO, mártir1 Junho
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